Cheguei em Aracaju sendo bem recebido desde o mototáxi até cada corredor da feira. E a verdade é que quando a cidade te recebe assim, você já sabe que vem coisa boa.

Logo de cara conheci o Danilo das frutas e verduras, simpatia pura, daqueles que fazem a feira ter alma. Na própria banca dele já me conectei com o Damião, peixeiro gente finíssima, e com o outro Danilo, dos miúdos, uma sequência de encontros que só a feira proporciona.

Nem tudo são flores, e faz parte. Em uma das pontas da feira, não me deixaram filmar uma barraca de pastel. Confesso que bateu aquela frustração… parecia que Aracaju ficaria sem o clássico pastel de feira.

Mas a feira sempre surpreende.

Na outra ponta, encontrei o Gustavo, que me recebeu de braços abertos e transformou o “não” em um baita “sim”. Daqueles encontros que fazem a gente lembrar por que está na estrada.

Porque é assim mesmo: o Feirou coleciona muitos nãos… mas cada sim faz tudo valer a pena.

Aracaju mostrou sua força nas pessoas, na generosidade e no trabalho de quem acorda cedo para fazer a cidade acontecer.

Aracaju feirou — e feirou bonito.