Uma hora da manhã não tem nada
Saí de Natal às 22h. Cheguei em João Pessoa por volta de uma e pouco da madrugada. Eu estava no assento 3, primeira fileira do ônibus, janela da direita. Um lugar que costuma enganar o corpo: confortável o suficiente para apagar, traiçoeiro o bastante para te acordar no susto. O motorista abriu a porta gritando […]



